Os Afetos das Palavras, e as Palavras de Afeto!

A palavra dita é como flecha atirada, não volta atrás! O ditado popular, de autor desconhecido, descreve bem o poder contido em cada expressão da nossa comunicação, seja num bate-papo, mensagem ou “post nas redes sociais”. Particularmente, penso que toda palavra traz consigo o potencial de um tijolo; sim, parece engraçado, mas é a pura verdade, afinal elas podem servir para construir pontes que unam as pessoas, ou criar muros que as separam. E talvez seja este nosso aqui e agora um excelente momento para falar sobre os afetos das palavras, e a importância das palavras de afeto!

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Sejamos pessoas EXTRAordinárias!

Lembro a primeira vez que ouvi falar da Teoria dos Seis Graus de Separação; foi num filme, também chamado de Seis Graus de Separação (haha). A teoria baseada no estudo de Stanley Milgram mostra, em linhas gerais, que “no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas”; e o estudo foi realizado muito antes das redes sociais, apenas para constar. Entretanto, apesar de reconhecermos a “proximidade” entre você, eu e as outras pessoas, ainda não conseguimos tornar essas conexões extraordinárias.

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Vamos falar sobre nós!?

Olá!

Algumas lições podem ser explicadas! Outras ficam melhor quando contadas numa história!

Sou absolutamente fascinado por diálogos; esta arte simples, porém nada fácil, de se conectar com uma outra pessoa, tanto para escutar quanto ser escutado. E já que o convite é para falar sobre nós, que tal nos tornarmos testemunhas oculares do diálogo entre dois amigos?

Boa leitura e reflexões!

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O Paradoxo do “Conflito pela Fuga do Conflito”.

Diante de tantos embates que alimentam discussões acaloradas, e influenciam o rompimento de relações afetivas, inclusive familiares, eis que surge o paradoxo do “conflito pela fuga do conflito”. Algo aparentemente contraditório que, impulsionado pela senso comum de que todo conflito é negativo, desencadeia respostas e reações negativas, às vezes até violentas, exatamente com a justificativa de “não ter mais briga”.

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Escolhi a Vida nos Bosques

É fascinante perceber quando aprendemos algo tão valoroso e significativo que se torna impossível agir de maneira diferente daquilo em que se acredita, e que faça bem a alguém, além de nós mesmos. E nesses 40 anos, trago comigo muitos desses aprendizados. Leituras, diálogos e vivências que mudaram minha maneira de existir e ser humano, transformando a prática em ambiente de reflexão. Foi assim que escolhi a Vida nos Bosques. Continuar lendo

Saímos mesmo diferentes das crises?

Pelo título você pode até pensar: “nossa, mais um texto sobre a crise do Coronavírus”; mas garanto que a reflexão que proponho aqui é atemporal, ainda que a inspiração seja mesmo nosso momento atual, especialmente as frases ditas ou escritas por diferentes pessoas, como: “sairemos diferentes dessa crise”; “veremos muitas mudanças depois do Coronavírus”; ou “as pessoas irão agir diferente depois disso tudo”. Será que saímos mesmo diferentes das crises?  Continuar lendo

Uma carta ao futuro…

De Rafael Giuliano em 2020;
Ao sortudo Rafael Giuliano de 2021;

Depois de recomendar este mesmo exercício para tantas pessoas, a fim de provocar novas perspectivas de futuro, decidi eu mesmo lhe escrever esta carta; e se o chamo de sortudo é porque você bem sabe (afinal nós dois temos uma excelente memória) que escrevo de março de 2020, em plena quarentena por causa da expansão do Coronavírus. Continuar lendo

Novo Manual de Uso do DESABAFO!

Um dos princípios na Terapia Afetiva, baseada na Conscienciologia Humanista, envolve a Ressignificação; um processo pelo qual buscamos criar novos significados para o que recebemos ou percebemos vindo do outro, assim como naquilo que compartilhamos e inspiramos nas pessoas. A série “Novo Manual de Uso” é uma provocação lúdica para refletir sobre diferentes comportamentos, propondo “novas” maneiras de uso, começando pelo desabafo. Continuar lendo

Pelo direito de sentir, inclusive a dor!

Eu tenho observado um paradoxo fascinante nos dias atuais: se por um lado ouvimos falar do excesso de exposição nas mídias sociais, percebo que as pessoas têm cada vez menos espaços e oportunidades para compartilhar, de verdade, aquilo que sentem, inclusive suas dores. Entretanto, acredito que nosso erro está em confundir expor com compartilhar emoções; afinal são duas formas de agir bem distintas uma da outra. Continuar lendo

Terapia ao Ar Livre?

Você já percebeu como algumas propostas novas podem chocar ou surpreender, mesmo quando não se trata de algo tão “novo” assim. Quando você imagina alguém “fazendo terapia”, por exemplo, qual a primeira coisa que lhe vem à mente? A pessoa deitada num divã? Talvez num espaço mais zen, com almofadas pelo chão, um incenso, e meia-luz? Ou o Selton Mello sentado numa poltrona, com olhar sexy para você? Acredite, alguns encontros terapêuticos acontecem em ambientes abertos, ao ar livre, em contato com a natureza; e isso não é bem uma novidade. Continuar lendo